quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Voltando a Sustentabilidade!!!

O que é sustentabilidade?
Sustentabilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.
Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, os seus membros e as suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais.
A sustentabilidade abrange vários níveis de organização, desde a vizinhança local até o planeta inteiro.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Dia dos Professores!!! 15 de outubro!

“O Professor Está Sempre Errado


Quando…
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um coitado.
Tem automóvel, chora de ‘barriga cheia’.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta às aulas, é um “Caxias”.
Precisa faltar, é ‘turista’.
Conversa com os outros professores, está “malhando” os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama à atenção, é um grosso.
Não chama à atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a ‘língua’ do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, ‘deu mole’.
É, o professor está sempre errado mas, se
você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!”

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Alunos da 8ª série
Atenção nas dicas!



África Negra
(colonização, escravidão e independência)

O Continente africano limita-se ao Norte pelo Mar Mediterrâneo, ao Oeste pelo Oceano Atlântico e ao Leste pelo Oceano Índico. De uma maneira simplificada podemos dividi-lo em duas zonas absolutamente distintas: o centro-norte é dominado pelo imenso deserto do Saara (8.600.000 de km2), enquanto que o centro-sul, depois de percorrer-se as savanas, é ocupado pela floresta tropical africana.
Esta separação geográfica também refletiu-se numa separação racial. No Norte do continente habitam os árabes, os egípcios, os berberes e os tuaregues (sendo que esse dois últimos são os que praticam o comércio transaarino). No centro-sul, ao contrário, habitam mais de 800 etnias negras africanas. Atribui-se ao atraso da África meridional ao isolamento geográfico que a população negra encontrou-se através dos séculos. Afastada do Mediterrâneo - grande centro cultural da Antigüidade - pelo deserto do Saara, e longe dos demais continentes pela dimensão colossal dos dois oceanos, o Atlântico e o Índico. Apartados do resto do mundo, os africanos se viram vítimas de expedições forâneas que lhes devoravam os filhos ao longo da história.
Mesmo antes da chegada dos traficantes de escravos europeus, os árabes já praticavam o comércio negreiro, transportando escravos para a Arábia e para os mercados do Mediterrâneo oriental, para satisfazer as exigências dos sultões e dos xeques. As guerras tribais africanas, por sua vez, favoreciam esse tipo de comércio, visto que a tribo derrotada era vendida aos mercadores.

 A partilha da África
A partir do momento que o continente africano não podia mais fornecer escravos, o interesse das potências colônias inclinou-se para a sua ocupação territorial. E isso deu-se por dois motivos, O primeiro deles é que ambicionavam explorar as riquezas africanas, minerais e agrícolas, existentes no hinterland, até então só parcialmente conhecidas. O segundo deveu-se à competição imperialista cada vez maior entre elas, especialmente após a celebração da unificação da Alemanha, ocorrida em 1871. Por vezes chegou-se a ocupar extensas regiões desérticas, como a França o fez no Saara (chamando-a de França equatorial), apenas para não deixa-las para o adversário.
Antes da África ser dominada por funcionários metropolitanos, a região toda havia sido dividida entre várias companhias privadas que tinham concessões de exploração. Assim a Guiné estava entregue a uma companhia escravista francesa. O Congo, por sua vez, era privativo da Companhia para o Comércio e Industria, fundada em 1889, que dividia-o com a companhia Anversoise, de 1892 .O Alto Níger era controlado pela Companhia Real do Níger, dos britânicos. A África Oriental estava dividida entre uma companhia alemã, dirigida por Karl Peters, e uma inglesa, comandada pelo escocês W.Mackinnon. Cecil Rhodes era o chefe da companhia sul-africana que explorou a atual Zâmbia e Zimbawe, enquanto o rei Leopoldo II da Bélgica autorizava a companhia de Katanga a explorar o cobre do Congo belga.


O Congresso de Berlim
Atendendo ao convite do chanceler do II Reich alemão, Otto von Bismarck, 12 países com interesse na África encontraram-se em Berlim - entre novembro de 1884 a fevereiro de 1885 -, para a realização de um congresso. O objetivo de Bismarck é que os demais reconhecessem a Alemanha como uma potência com interesses em manter certas regiões africanas como protetorados. Além disso acertou-se que o Congo seria propriedade do rei Leopoldo II da Bélgica (responsável indireto por um dos mais terríveis genocídios de africanos), convertido porém em zona franca comercial. Tanto a Alemanha, como a França e a Inglaterra combinaram reconhecimentos mútuos e acertaram os limites das suas respectivas áreas. O congresso de Berlim deu enorme impulso à expansão colonial, sendo complementado posteriormente por acordos bilaterais entre as partes envolvidas, tais como Convênio franco-britânico de 1889-90, e o Tratado anglo-germânico de Heligoland, de 1890. Até 1914 a África encontrou-se inteiramente divida entre os principais países europeus (Inglaterra, França, Espanha, Itália, Bélgica, Portugal e Alemanha). Com a derrota alemã de 1918, e obedecendo ao Tratado de Versalhes de 1919, as antigas colônias alemãs passaram à tutela da Inglaterra e da França. Também, a partir desse tratado, as potências comprometeram-se a administrar seus protetorados de acordo com os interesses dos nativos africanos e não mais com os das companhias metropolitanas. Naturalmente que isso ficou apenas como uma afirmação retórica.


A descolonização
A descolonização tornou-se possível no após-1945 devido a exaustão em que as antigas potências coloniais se encontraram ao terem-se dilacerado em seis anos de guerra mundial, de 1939 a 1945. Algumas delas, como a Holanda, a Bélgica e a França, foram ocupados pelos nazistas, o que acelerou ainda mais a decomposição dos seus impérios no Terceiro Mundo. A guerra também as fragilizou ideologicamente: como podiam elas manter que a guerra contra Hitler era uma luta universal pela liberdade contra a opressão se mantinham em estatuto colonial milhões de asiáticos e africanos?
A Segunda Guerra Mundial se debilitou a mão do opressor colonial, excitou o nacionalismo dos nativos do Terceiro Mundo. Os povos asiáticos e africanos foram assaltados pela impaciência com sua situação jurídica de inferioridade, considerando cada vez mais intolerável o domínio estrangeiro. Os europeus, por outro lado, foram tomados por sentimentos contraditórios de culpa por manterem-nos explorados e sob sua tutela, resultado da influencia das idéias filantrópicas, liberais e socialistas, que remontavam ao século 18. Haviam perdido, depois de terem provocado duas guerras mundiais, toda a superioridade moral que, segundo eles, justificava seu domínio.
Quem por primeiro conseguiu a independência foram os povos da Ásia (começando pela Índia e Paquistão, em 1946). A maré da independência atingiu a África somente em 1956. O primeiro pais do Continente Negro a conseguí-la foi Ghana, em 1957. Em geral podemos separar o processo de descolonização africano em dois tipos. Aquelas regiões que não tinham nenhum produto estratégico (cobre, ouro, diamantes ou petróleo) conseguiram facilmente sua autonomia, obtendo-a por meio da negociação pacífica. E, ao contrário, as que tinham um daqueles produtos, considerados estratégicos pela metrópole, explorados por grandes corporações, a situação foi diferente (caso do petróleo na Argélia e do cobre no Congo belga). Neles os colonialistas resistiram aos movimentos autonomistas, ocorrendo movimentos de guerrilhas para expulsá-los

Fonte: http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/africa11.htm

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Olha o horário de verão ai gente!!!



O horário de verão 2009/2010 começa a partir de zero hora do dia 18 de outubro de 2009, o que significa que, da noite de sábado 17 para domingo 18, as pessoas que moram nas regiões onde o horário de verão vigora deverão adiantar seus relógios em uma hora.
Informações p/ os alunos de 5ª série!
Teste Surpresa! rsrsrsrs
OS GRANDES BIOMAS TERRESTRES



Bioma é uma comunidade de plantas e animais, com formas de vidas e condições ambientais semelhantes, cada bioma é representado por um tipo de vegetação principal que lhe confere uma característica visual. Comunidade biológica, ou seja, fauna e flora e suas interações entre si e com o ambiente físico: solo, água e ar. Área biótica é a área geográfica ocupada por um bioma. O bioma da Terra compreende a biosfera. Um bioma pode ter uma ou mais vegetações predominantes. É influenciado pelo macroclima, tipo de solo, condição do substrato e outros fatores físicos), não havendo barreiras geográficas; ou seja, independente do continente, há semelhanças das paisagens, apesar de poderem ter diferentes animais e plantas, devido à convergência evolutiva.

Os Biomas são grandes ecossistemas constituídos por comunidades que atingiram o estágio-clímax.
São influenciados por vários fatores, tais como a latitude, as temperaturas médias e extremas da região, o relevo, o regime de chuvas e o tipo de solo.
Um bioma é composto da comunidade clímax e todas as subclímax associadas ou degradadas. é geralmente identificado pela flora clímax, pela estratificação vertical ou pela adaptação da vegetação.

PRINCIPAIS BIOMAS DO MUNDO

A distribuição dos biomas terrestres e seus tipos de vegetação e fauna estão diretamente ligados ao clima, uma vez que são diferentes condições de temperatura, chuva e incidência de luz solar nas várias regiões do planeta que facilitam ou impedem a existência de qualquer tipo de vida. Desse modo, praticamente, a cada tipo climático corresponde um bioma, marcado por uma determinada cobertura vegetal.

O relevo (altitude), as águas continentais e oceânicas e os solos também influenciam a distribuição dos biomas na superfície da Terra. Os biomas, portanto, não se distribuem aleatoriamente, mas conservam uma certa sequência, tanto no sentido horizontal (latitude) como no sentido vertical (altitude).

Em um mesmo bioma, podemos encontrar vários ecossistemas – uma unidade natural caracterizada pelas interações dos seres vivos entre si e destes com o meio ambiente. Podemos citar como exemplos a Floresta Amazônica e a Mata Atlântica, que são ecossistemas dentro do bioma das florestas tropicais e que, por sua vez, também possuem diferentes ecossistemas em seu interior.

Geralmente se dá um nome local a um bioma em uma área específica. Por exemplo, um bioma de vegetação rasteira é chamado estepe na Ásia central, savana no sul da África, pampa na América do Sul e campina na América do Norte. A savana é chamada cerrado no Brasil.

TUNDRA

Formada há cerca de 10 mil anos, a tundra é o bioma mais jovem da Terra. Suas áreas de ocorrência são as regiões próximas ao oceano Glacial ártico: Alasca, norte do Canadá, Groelândia, norte da Rússia e da Escandinávia.

A tundra possui ecossistemas cuja composição botânica é influenciada pelas condições de solo e clima. O solo fica congelado a maior parte do ano, a estação mais quente dura mais ou menos 60 dias e a temperatura mais alta não ultrapassa 10 ºC. A tundra, portanto, só cresce nos períodos de degelo. Suas principais espécies são os musgos e os liquens, plantas rasteiras, pois as árvores não sobrevivem nesse tipo de clima. A palavra tundra vem do finlandês tununa, que significa planícies de árvores.

Esse é o bioma mais frio do mundo e é basicamente um deserto gelado, pois apresenta poucas precipitações (neve) durante o ano.

Podemos classificá-lo na categoria E dos climas de Köppen.

MONTANHAS

Nas grandes altitudes (acima de 3.000 m) as montanhas não apresentam vegetação. A cobertura vegetal, que alcança de 2.500 a 3.000 m, é composta de plantas orófilas, que formam uma vegetação rasteira – os campos alpinos, com cerca de 200 espécies que se adaptaram às baixas temperaturas e à seca. Esse bioma aparece nas grandes cadeias montanhosas, como os Andes, as Montanhas Rochosas, os Alpes e outros.

Quando subimos uma área montanhosa, passamos por vários biomas. O mais baixo é a vegetação da região onde a montanha está situada. Por exemplo, nas montanhas Rochosas começamos em um deserto. À medida que a altitude aumenta, vemos sucessivamente a floresta temperada, a floresta de coníferas e os campos alpinos. Conforme a localização da montanha, podemos passar também por campos e estepes.

O fator climático que caracteriza esse bioma é a altitude, por isso encontramos neve em altas montanhas, em plena zona tropical, como na parte central da Cordilheira dos Andes. É também um clima muito frio, com temperatura de 10ºC a 15ºC no verão e abaixo de zero no inverno, do tipo alpino (H), na classificação de Köppen.

TAIGA OU FLORESTA BOREAL

A Taiga é também chamada de Floresta Boreal porque ocorre apenas no hemisfério norte, entre as latitudes de 50ºN e 60ºN. Os invernos são muitos rigorosos, com queda de neve, e os verões são quentes (clima temperado continental ou Dfc e Dfb, na classificação de Köppen). Podemos dizer que a Taiga é uma floresta homogênea, pois é formada quase só por coníferas (abertos e pinheiros), que possuem folhas aciculares, resistentes e perenes.

Cobre grandes extensões da Rússia, do Alasca, da Noruega, da Suécia, da Finlândia e do Canadá. Na Escandinávia e no Canadá alimenta importantes indústrias madeireiras, de papel e celulose, dos quais a madeira que fornece é a principal matéria-prima.

FLORESTA TEMPERADA

Vegetação típica de clima temperado, com estações do ano bem definidas, do tipo Cf na classificação de Köppen. Recobria as áreas que hoje são as mais povoadas na superfície terrestre – Europa, China, Japão, leste da América do Norte. No hemisfério sul, pode ser encontrada na Austrália, Nova Zelândia e Chile.

É uma floresta decícula, pois perde suas folhas no inverno. No outono, as folhas mudam de cor, assumindo um tom avermelhado. É o bioma mais devastado do mundo, pois seu solo fértil foi muito aproveitado para a agricultura. Dentre suas áreas de ocorrência, o maior número de espécies está na América do Norte.

As florestas temperadas não são todas iguais. Podem ser encontradas espécies perenes entre as decíduas, bem como flores e tapetes de musgos e cogumelos. Suas principais espécies são o abeto, a faia e o carvalho. Nas regiões onde o clima é mais chuvoso, aparecem árvores de grande porte, como o eucalipto gigante, na Austrália, e a sequóia, na costa ocidental da América do Norte.

DESERTOS E SEMIDESERTOS

Os desertos têm em comum o fato de receber poucas e irregulares precipitações, apresentar baixíssimas taxas de umidade relativa do ar, céu com poucas nuvens e evaporação alta.

As temperaturas do deserto apresentam grandes amplitudes térmicas, podendo atingir 50ºC durante o dia e cair para -1ºC à noite.

Os solos são sempre muito pobres, pedregosos ou arenosos. Nestas áreas encontramos plantas xerófitas e, em algumas regiões com mais umidade, aparecem as “ilhas de vegetação” – os chamados oásis.

Presença de correntes marítimas frias no litoral, altas pressões subtropicais, grandes altitudes e barreiras montanhosas que impedem a passagem de massas de ar úmido vindas do oceano são as principais causas da formação de desertos. O Saara, na África Setentrional, e o deserto da Atacama, no Chile, são exemplos de desertos que se formaram em áreas onde chove muito pouco ou onde não cai sequer uma gota de chuva.

Temos tanto desertos quentes como desertos frios. Em ambos, a vegetação é composta de plantas de pequeno porte, muito espalhadas pela extensão arenosa. Os desertos cobrem cerca de 1/5 da superfície terrestre. Os quentes estão localizados nas proximidades dos trópicos de Câncer e de Capricórnio e os frios, nas latitudes mais altas. Nesses últimos há queda de neve pouca chuva na primavera (150 a 260 mm por ano). As chuvas nos desertos quentes estão concentradas em curtos períodos, intercalados com prolongadas épocas de seca. Na classificação de Köppen, os desertos têm clima BW, sendo BWh nos desertos quentes.

Nas bordas de grandes desertos, aparecem regiões menos secas que esses biomas, consideradas semidesertos. Em muitos continentes são classificadas como estepes, como veremos logo a seguir.

NO Brasil, a caatinga – classificada por alguns especialistas como savana; e pelo IBGE, como estepe (conforme Atlas do Meio Ambiente do Brasil, Embrapa) – é um ecossistema de clima semi-árido ou semidesértico (Bsh, na classificação de Köppen adaptada para o Brasil), apesar de não estar localizada nas margens dos grandes desertos. A caatinga é um ecossistema com plantas rasteiras e árvores, como as savanas, mas, por apresentar características diferentes dessa formação vegetal, é classificada como semideserto: além da vegetação xerófita, a caatinga possui um tipo de clima ligado aos climas secos de Köppen (B), e não aos climas tropicais (Aw) das savanas.

FORMAÇÕES MEDITERRÂNEAS E FLORESTAS E BOSQUES ESCLERÓFILOS

Esse bioma pode ser chamado assim porque suas características básicas se destacam nas margens da região banhada pelo mar Mediterrâneo, na Europa, África e Ásia. Mas ele aparece em outras partes do mundo, como o oeste dos EUA (Califórnia), o extremo sul da África do Sul, o oeste e o sul da Austrália. O clima desse bioma é marcado por uma estação muito seca e quente: o verão. O inverno é ameno e chuvoso (Cs, segundo Köppen). Formado por uma vegetação arbustiva ou por bosques de ávores de folhas duras 9esclerófilas), esse bioma se estende entre 30º e 40º LN ou LS.

Na região do Mediterrâneo (Csa, segundo Köppen), a vegetação de arbustos recebe denominações como:

- garrigue: formação bem aberta, encontrada em solos calcários;

- maqui: formação bem fechada que cresce em solos silicosos.

Na Austrália, as espécies dominantes nos bosques esclerofilos são árvores do gênero dos eucaliptos. Chaparral é o nome que a vegetação recebe na Califórnia, onde predominam várias espécies de cacto. No Chile, predominam os bosques esclerofilos.

ESTEPES

Esse bioma é seco, frio, com vegetação rasteira. Geralmente as estepes estão na faixa de transição entre o deserto e a floresta, longe da influência marítima e perto de barreiras montanhosas. São encontradas principalmente nos EUA, na Mongólia, na Sibéria, no Tibete e na China. Nas estepes os verões são quentes e os invernos muitos frios; em altas latitudes, cai muita neve. Com um pouco mais de chuva, a estepe poderia ser classificada como pradaria; com um pouco menos, como deserto. Corresponde ao tipo BS, de Köppen.

PRADARIAS

Este tipo de vegetação herbácea (rasteira) recebe o nome de pradaria, na América do Norte, e pampas, na América do Sul (Brasil e Argentina), onde o clima é mais úmido. As pradarias do hemisfério sul recebem mais chuvas do que as do hemisfério norte. Na América do Norte, ocupam uma área que se estende desde o Canadá (Alberta, Saskatchewan e Manitoba), continuando pelas planícies Centrais dos Estados Unidos, até o Texas, ao sul, e Indiana, a oeste.

SAVANAS

São formações típicas de regiões de clima tropical, com estação chuvosa e outra seca (tipo Aw, de Köppen). Localizam-se entre o bioma da floresta tropical e o dos desertos.

Existem vários tipos diferentes de savanas; as mais conhecidas são africanas, onde vivem muitos leões, zebras, girafas, elefantes, gazelas, entre outros animais.

A savana apresenta dois “andares” de vegetação tropófila: um mais alto, formado por árvores; e outro mais baixo, composto de gramíneas.

Na América do Sul, as savanas ocupam áreas da Venezuela e da Colômbia (llanos), na bacia do rio Orenoco; o cerrado, vegetação correspondente no Brasil, cobre grande parte da região Centro-Oeste. Também encontramos savana no norte da Austrália, onde se destacam os eucaliptos,e na Índia, onde é denominada jungle.

FLORESTAS TROPICAIS

A área de ocorrência desse bioma é delimitada pelos dois trópicos (zona tropical) e atravessada pelo Equador. Portanto, é o domínio de elevadas temperaturas e grande quantidade de chuva.

Apesar de podermos distinguir subtipos de florestas tropicais, elas têm algumas características comuns: heterogêneas, perenes, higrófilas, latifoliadas. No bioma das florestas tropicais encontramos a maior biodiversidade, ou seja, a variedade de espécies de plantas, animais e microorganismos encontrados em todos os biomas da Terra. Nas áreas próximas ao Equador, as florestas são mais fechadas, apresentam-se estratificadas em acamadas, com árvores de várias alturas e tipos, com muitos cipós em seus troncos e galhos. Os principais exemplos são a floresta Amazônica, a floresta do Congo (África) e a da Indonésia (Ásia).

Mais afastadas do Equador, as florestas tropicais recebem menor quantidade de calor e chuva, por isso são menos exuberantes que as equatoriais e já foram quase destruídas pelo homem. Ocupavam grande parte da faixa tropical da América do Sul (Brasil), da América Central, do norte da Austrália e do Sudeste Asiático, onde aparecem hoje em pequenas manchas que foram conservadas.



Glossário:

- Aciculifoliadas: possuem folhas em forma de agulhas, como os pinheiros. Quanto menor a superfície das folhas, menos intensa é a transpiração e maior a retenção de água pela planta.

- Arbustiva: formação vegetal de porte médio.

- Caducifólias: plantas que perdem as folhas em épocas muito frias ou secas do ano.

- Coníferas: árvores com aparelho reprodutor em forma de cone (pinheiros).

- Decídua: ou de folhas caducas; diz-se de planta que perde as folhas em certas épocas do ano (sobretudo no inverno).

- Higrófilas: plantas adaptadas a muita umidade (climas úmidos), sendo necessariamente perenes (apresentam folhas durante o ano todo).

- Latifoliadas: plantas de folhas largas, de regiões muito úmidas, o que permite intensa transpiração.

- Orófilas: planta adaptada às grandes altitudes.

- Perene: floresta sempre verde, que não perde as folhas em nenhuma estação.

- Tropófilas: plantas adaptadas a alternância de uma estação seca e outra chuvosa.

- Vegetação heterogênea: vegetação constituída de grande variedade de espécies.

- Vegetação homogênea:: vegetação constituída de poucas ou de uma única espécie.

- Xerófilas: plantas adaptadas à aridez (climas secos).



Referências:

MARINA, Lúcia & TÉRCIO. Geografia - Série Novo Ensino Médio. Edição compacta. Vol. Único, São Paulo: Editora Ática, 2004, p.54-60.

SENE, Eustáquio de; MOREIRA, João Carlos. Geografia Geral e do Brasil: espaço geográfico e globalização. São Paulo: Scipione, 1998.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Amostra da cultura estadunidense!
Vanletine's Day
Posted by Picasa
Avaliação de Geografia




A Europa é a parte ocidental do supercontinente euroasiático. Embora geograficamente seja considerada uma península da Eurásia, os povos da Europa têm características culturais e uma história específicas, o que justifica que o território europeu seja geralmente considerado como um continente.

1 – O que diferencia a população europeia da de outros continentes?

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

2 – “Os países europeus ao mesmo tempo querem diminuir a entrada de imigrantes ilegais, vindos na maioria da África e de países árabes, mas precisam da mão-de-obra barata. Na Espanha, nos últimos três anos entraram mais de meio milhão de pessoas por ano. Os estrangeiros já são mais de 8% da população. A França agora ameaça começar a deportar imigrantes ilegais e enfrenta o protesto dos jovens filhos de imigrantes. É tempo de organizar o debate. Uma nova agência internacional poderia ser o caminho para se administrar melhor a situação”.

A imigração que ocorre no continente europeu tem origens históricas.

a) Explique por que, ao final da Segunda Guerra Mundial, os países europeus mais industrializados passaram a receber muitos imigrantes.

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



b) O que é xenofobia? Quais as causas da xenofobia europeia?

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



3 – Marque V para verdadeiro e F para falso. Justificando as falsas.

( ) O parque industrial europeu é um dos mais avançados do mundo.

__________________________________________________________________________

( ) A maior parte dos países europeus não precisa importa petróleo porque possuem reservas.

__________________________________________________________________________

( ) A intensa atividade industrial contribui para que grande parte da população trabalhe no campo.

__________________________________________________________________________

( ) Na agropecuária, o continente utiliza um sistema de subsistência e se destaca no cultivo de centeio, batata e trigo.

__________________________________________________________________________

( ) São países que possuem IDH elevado: Noruega, Suécia, Finlândia, França e Reino Unido.

__________________________________________________________________________



4 – A Europa apresenta boa qualidade de vida, que se reflete no IDH de seus países.

a) Qual o principal objetivo da União Europeia?

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



b) Cite três características da economia europeia.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



5 -(PUC) A principal área industrial da Europa Ocidental é a região:



a) de Lille, no norte da França;

b) do Ruhr, na República Alemã;

c) da Sicília, no Sul da Itália;

d) de Manchester, na Inglaterra;

e) da "mesetas", na Espanha.



6 – Observe o gráfico:





a) Quais países se destacam na economia europeia?

____________________________________________________________________________________

b) Existem diferenças sociais entre os países da Europa Ocidental e Europa Oriental? Explique por que isso acontece.

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________